Tenho um sensor. Olho pra algumas pessoas e começa apitar. Essa vai comigo pra sempre. São aqueles que aparecem do nada, e desse mesmo nada permanecem para sempre.

E por mais que às vezes a casa parece cair, sempre há um jeito novo de reconstruir.

Falo de confiança, que por mais que possa ser quebrada, ainda temos a solução: cola; aquela que Deus nos fornece de graça nos ensina a sempre usar e chamamos de perdão.

É como o sol depois da chuva, o sorvete depois de arrancar o dente, o tênis novo depois de vários calos no pé, como o abraço em dias frios.

Perdão.

Qualquer um que passa pela experiência sabe o que é sentir mil quilos saindo das costas, o que é poder voltar ao sensor e sentir ele apitando novamente – existem pessoas que vão sempre permanecer do seu lado – falo mesmo daquelas que vão muitas vezes que deixar marcas, pois são estas, as marcas que aprenderemos a amar, e saber que de forma única já passamos por poucas e boas.

Marcas vão e deixam histórias que ainda vamos relembrar rindo, sabendo que tudo serviu de crescimento, no tempo – não nosso- das coisas acontecerem.

E lá se vão quilos, e outros de pura alegria recheiam meu ser. O sensor apita de novo. Agora avisando que os dias serão melhores – mesmo que difíceis-, que a confiança é restaurada, que o perdão é um presente.

Um presente, com lacinho cor- de – rosa resultando em vários sorrisos e lágrimas – agora, de felicidade.

Mariana Emerim
Sou joinvilense, tenho 26 anos. Casada com Willian.
Formada em design gráfico e técnica em moda e estilismo.
Eu sou misto de conto de fadas e realidades, princesas e castelos, casa e trabalho.
Meu mundo tem as cores da vida e eu aprendi que a vida, se a gente quiser, pode ser mais colorida quando acreditamos.
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