As estrelas! Aaaah, as estrelas!

Quando aparecem aqueles diamantes cintilantes espalhados pelo manto azul escuro, não consigo prestar atenção em mais nada, é como se nosso amor fosse recíproco, eu as amo e elas brilham pra mim.

Esse pontinho brilhante, ou ainda poderíamos chamar de corpo celeste luminoso, é formado de plasma, por fusão nuclear produz energia, isso tudo causado por sua pressão interna, transformando moléculas de hidrogênio em hélio, uma mistura aqui e uma ali, um brilho intenso que dura de acordo com a massa que carrega incrível não? Quando mais massa mais tempo, ser uma estrelinha gordinha é muito mais conveniente entre as nuvens lá no céu do que em baixo nas passarelas.

E o quanto são importantes? Acho que só quem se lembra disso são os apaixonados, ou românticos de plantão, quem sabe uma ou outra menina que sempre quis seu nome em uma delas, mas a responsabilidade que exerceram no decorrer da história deixa qualquer um de queixo caído, ou melhor ainda, de queixo erguido pra olhar ainda com mais prazer e mais veneração por coisinhas tão miúdas que já serviram praticamente todas as antigas civilizações e até hoje fazem o maior sucesso na boca de qualquer poeta.

Elas já foram submetidas a histórias que estariam fixadas no mesmo lugar para todo sempre, e dentre suas especialidades a de se agrupar, formando constelações, nomes diferentes, enredos passados de pais para filhos, mas que juntas ajudaram em práticas agrícolas e até mesmo na organização de calendários.

Triste é imaginar que elas, mesmo sendo pontinhos flamejantes tanto brilham até sua morte, até seu final, e quando se vão gradativamente perdem seu brilho, apagam, melhor seria se como o amor elas sempre estivessem acessas, seja em um olhar, um abraço ou quem sabe a vontade de falar algo que continua escondido entre lágrimas e suspense.

Pensar em apagar a luz desses diamantes fazem surgir uma lágrima no canto do olho, mas que logo fica presa na dobrinha, aquela ruguinha que lamentavelmente eu já tenho, mas que segura ao dar um sorriso, pois mesmo sabendo que as estrelas se apagam, posso ver uma que se destaca, e logo fazer um pedido, a estrela cadente, posso esquecer do real significado das mesmas e fingir que tudo não passa de uma brincadeira pra saber qual dos pedidos escolher.escolher ser Sirius.

Ah as estrelas, AAAAH Sírius…

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Mariana Emerim
Sou joinvilense, tenho 26 anos. Casada com Willian.
Formada em design gráfico e técnica em moda e estilismo.
Eu sou misto de conto de fadas e realidades, princesas e castelos, casa e trabalho.
Meu mundo tem as cores da vida e eu aprendi que a vida, se a gente quiser, pode ser mais colorida quando acreditamos.
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